Foi uma peleja longa e árdua, mas as disputas entre a Electronics Arts e a NCAA chegaram ao fim. Em 2009, os jogadores de futebol americano e basquetebol processaram adesenvolvedora de jogos por utilizar modelos muito semelhantes a eles, mas sem possuir permissão alguma.
Na época, a EA tentou de várias formas impedir o avanço do processo, alegando que estava na Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos e que eles poderiam usar no jogo representações semelhantes aos atletas. Entretanto, a corte defendeu que as similaridades eram muito grandes e ordenou que o processo continuasse.
Segundo o site Gamasutra, o impasse terminou. A Electronic Arts foi condenada a pagar a cada ex-aluno membro da NCAA US$ 951 (aproximadamente R$ 2.170, 94) para cada ano em que sua fisionomia foi utilizada – seja no jogo NCAA Football, NCAA March Madness ou NCAA Basketball. Isso significa que, no total, a EA deve pagar cerca de US$ 40 milhões (aproximadamente R$ 91 milhões).
Ainda não acabou
Todavia, esse é apenas um dos três processos com respeito a esse incidente. Os antigos jogadores da NCAA também estão processando a própria NCAA, alegando que ela fechou os olhos para o infringimento da Electronic Arts e permitiu que a produtora prosseguisse com o jogo.
Enquanto isso, a NCAA está processando a EA por “quebra de contrato”, alegando que ela “não manteve seguro de responsabilidade que fosse suficiente para cobrir reclamações pendentes de terceiros”.









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