Não é uma grande novidade o fato de que as empresas raramente dão um nome “final” para seus títulos em desenvolvimento, normalmente escolhendo títulos provisórios até um ponto mais avançado do projeto.
Mas é aí que entra uma característica curiosa: muitas equipes nomeiam seu game provisoriamente em homenagem a algum outro jogo que serviu de inspiração para eles – o famoso Uncharted, por exemplo, era originalmente chamado “Tomb Raider”.
O caso do primeiro Call of Duty, no entanto, foi um pouco além. A Infinity Ward tinha como principal objetivo não apenas trazer a mesma proposta de Medal of Honor (que, na época, era a série melhor sucedida do gênero), como também superá-lo em todos os aspectos.
Então, que nome mais apropriado para o título senão “Medal of Honor Killer” (“Matador de Medal of Honor”, em português)?
Uma meta a ser batida
“Nós estávamos focados mais na diversão do que sucesso, com a ideia de que se ele era divertido, ele seria bem-sucedido.”, começou Justin Thomas, ex-artista da Infinity Ward, em entrevista ao MCV. “Nós íamos apenas fazer um grande game e fazer as coisas melhor do que fizemos nos projetos anteriores.”
Outra informação interessante revelada por ele está no fato de que a escolha do gênero foi, em parte, devido a falta de opções. “A EA tinha games como FIFA, com os quais não podíamos competir. Mas Medal of Honor foi um gênero que nós pensamos que podíamos entrar. Então nós procuramos um produto que pudéssemos emular e vencer, e então viemos com Call of Duty”, revelou Thomas.
Seja como for, a escolha de nome da Infinity Ward não poderia ter tido maior sucesso em sua empreitada, sendo atualmente uma das principais franquias do mercado para os fãs de jogos FPS de guerra.
- FONTE
- MCV








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