O analista de mercado Doug Creuz, da Cowen & Company, fez uma comparação interessante sobre o atual mercado de jogos de tiro. Ele focou especialmente em Call of Duty: Ghosts, que teve críticas mornas, mas que não devem ser a ruína da série.
"Nós achamos que Call of Duty tornou-se uma franquia tão embutida na indústria que é, de alguma forma, à prova de críticas. Ele é como oMadden NFL, da EA, que continua vendendo quantidades similares de unidades a cada ano, apesar dos reviews", diz Creuz. Para você ter uma ideia, a série de futebol americano recebeu notas como 7,8 nos últimos anos, uma média considerada baixa para títulos que almejam grandes números, mas que não impactou o desempenho de mercado.
"Por causa dos incrementos anuais que Call of Duty recebe, achamos que os críticos estão menos dispostos a darem notas altas para os jogos, já que há um certo tédio em relação à franquia", explica o analista.

Quem dará o último tiro?

Se as críticas não reduzem as vendas, esse papel cabe a outro fator. Para Creuz, a tarefa é de rivais de gênero, que podem conquistar a preferência do consumidor. E não é Battlefield 4, que seria o rival mais óbvio: segundo o analista, ele "não se cobriu de glória".
Os shooters da nova geração Destiny e Titanfall foram apontados como os algozes da franquia na nova geração, embora o primeiro título também traga lucros para a Activision (trata-se de uma parceria com a Bungie).
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