Quando o público em geral soube que a Rocksteady estava completamente fora do futuro do Homem-Morcego no mundo dos games o temor foi grande. Afinal, o estúdio baseado em Londres havia sido responsável por levar o super-herói da DC ao pelotão de elite dos jogos com Batman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City.
Reinventar um estilo comprovadamente bem-sucedido passou a ser missão da Warner Bros Games, sediada em Montreal. Há poucos dias do lançamento de Batman: Arkham Origins (25 de outubro) para PC, PS3, Wii U e Xbox 360, o BJ teve acesso durante o NVIDIA Editor’s Day a uma longa demonstração do game, apresentada por Ben Mattes, produtor sênior do game.
Nasce um Homem-Morcego
No cinema, "Batman Begins" foi o capítulo inicial responsável por dar vida a uma das trilogias mais bem-sucedidas da história da Warner. No mundo dos jogos, Batman: Arkham Origins pode ser encarado da mesma forma – o que representa novos desafios para o jogador.
Alguns elementos consagrados da jogabilidade dos títulos anteriores, como os combates recheados de efeitos cinematográficos (câmera lenta, zoom in e zoom out, entre outros) permanecem. Entretanto, o Batman que você verá nas telas não é o mesmo que você conhece. Afinal, se tornar um Homem-Morcego ainda é um caminho incerto para ele.
Conhecendo o mundo do crime
“Ë justamente essa a sensação que a Warner Bros Games tentou passar com esse lançamento”, explica Ben Mattes. “O Batman desse game está longe de ser perfeito, pelo contrário. Ele é falível, está descobrindo seus poderes e ainda é visto como um vilão pelo departamento de polícia”, completa.
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Gothan City está tomada pela corrupção. Ao entrar de cabeça no combate ao mundo do crime, Batman vai se deparar com policiais corruptos e esquemas de sonegação de imposto e lavagem de dinheiro que o farão questionar seus valores e os rumos que pretende tomar.
Combater o crime com o auxílio da polícia local é uma coisa. Em Arkham Origins, será preciso enfrentar os vilões e também a polícia, invadindo sedes fortemente armadas e inimigos com uma forma de ação ordenada – e portanto mais difícil de ser combatida. A relação entre o comissário Gordon e Batman, por exemplo, ainda é tensa, uma vez que não há amizade entre eles.
Sem esforço, sem ganho
Além de cenários inéditos e locais de combate em que o Homem-Morcego jamais teria necessidade de enfrentar depois de “formado”, digamos assim, será preciso adquirir experiência para melhorar as suas habilidades de combate. Isso poderá ser feitos em áreas específicas para treinamento.
Ao passar algumas horas na academia aperfeiçoando suas habilidades, seja pontaria, corrida ou uso de um bat-acessório, seus pontos de experiência são acrescidos ao jogos, resultando em um Batman cada vez mais forte e habilidoso. Reinventar a experiência de usuário e justificar o aprendizado do Homem-Morcego parece ser o foco da nova dinâmica do game.
A análise completa de Batman: Arkham Origins você confere ainda nesta semana no JT. O título será lançado para PC, PS3, Wii U e Xbox 360 no dia 25 de outubro.
O JT viajou a Montreal, no Canadá, para o NVIDIA Editor’s Day a convite da NVIDIA.








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