Gothan City está tomada pela corrupção. Ao entrar de cabeça no combate ao mundo do crime, Batman vai se deparar com policiais corruptos e esquemas de sonegação de imposto e lavagem de dinheiro que o farão questionar seus valores e os rumos que pretende tomar.
Combater o crime com o auxílio da polícia local é uma coisa. Em Arkham Origins, será preciso enfrentar os vilões e também a polícia, invadindo sedes fortemente armadas e inimigos com uma forma de ação ordenada – e portanto mais difícil de ser combatida. A relação entre o comissário Gordon e Batman, por exemplo, ainda é tensa, uma vez que não há amizade entre eles.

Sem esforço, sem ganho

Além de cenários inéditos e locais de combate em que o Homem-Morcego jamais teria necessidade de enfrentar depois de “formado”, digamos assim, será preciso adquirir experiência para melhorar as suas habilidades de combate. Isso poderá ser feitos em áreas específicas para treinamento.
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Ao passar algumas horas na academia aperfeiçoando suas habilidades, seja pontaria, corrida ou uso de um bat-acessório, seus pontos de experiência são acrescidos ao jogos, resultando em um Batman cada vez mais forte e habilidoso. Reinventar a experiência de usuário e justificar o aprendizado do Homem-Morcego parece ser o foco da nova dinâmica do game.
A análise completa de Batman: Arkham Origins você confere ainda nesta semana no JT. O título será lançado para PC, PS3, Wii U e Xbox 360 no dia 25 de outubro.
O JT  viajou a Montreal, no Canadá, para o NVIDIA Editor’s Day a convite da NVIDIA.
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