sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Órgãos de classificação etária criticam sensacionalismo da mídia

Se seu filho pequeno está jogando GTA, a culpa é sua? Pois os órgãos de atribuição de censura aos games e afins na Inglaterra acreditam que sim. Essa prerrogativa foi confirmada depois que a UKIE (The Association for UK Interactive Entertainment) e o PEGI (Pan-European Game Information ) rejeitaram as críticas de não estarem fazendo o suficiente para evitar que crianças coloquem as mãos em games para adultos.
Na semana passada, a confiabilidade da classificação etária exercida pelo PEGI entrou em discussão depois do aparecimento de um vídeo na internet que mostrava crianças menores de idade recebendo cópias de Grand Theft Auto V. Com isso, a mídia sugeriu que os pais não estavam cientes sobre o conteúdo do “brinquedo” que estavam comprando para os seus filhinhos...
“A indústria organiza campanhas periódicas regulares, para informar o maior número possível de consumidores”, afirma Dirk Bosmans, integrante da PEGI. “Os pais que realmente prestam atenção no conteúdo em que seus filhos estão jogando, sempre encontram as marcações fixadas nos produtos pela classificação indicativa”, reitera Bosmans.
O CEO da UKIE, Jo Twist, acrescenta o seguinte ao discurso: “A indústria de games leva a saúde e o bem-estar dos jogadores extremamente a sério. Nós sempre estamos procurando por novas formas de orientar e alertar os gamers sobre as classificações etárias dos jogos, a exemplo da nossa presença na Eurogamer Expo deste ano”.
Essas declarações certamente mostram que os games estão entrando definitivamente no cenário de discussões mundiais com mais seriedade. E isso é ótimo para o aumento da maturidade no mercado, principalmente do existente em nosso país.
Fonte: MCV UK
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